Personagem de PET


Contando na Chuva
A historinha foi baseada no encarte "Contando da Chuva" - Maria Rosa Neguin, da revista Educação Infantil nº 17/agosto 2007 - Editora Edibra.
Esse tipo de material pode ser desenvolvido para ministrar aula aos pequenos que ficam admirados com objetos coloridos, e essa historinha pode ser usada para falar sobre o que Deus criou e como devemos cuidar.
Para contar a história, posicionei o tecido verde aberto em frente a casinha, coloquei as pedras no meio do jardim, o canteiro de rosas na ponta oposta a casinha e do lado o formigueiro e o gramadinho das minhoquinhas. Os demais objeto fui colocando na medida em que narrava os acontecimentos. Sempre ao colocar os animais contava em voz alta a quantidade de cada um. O objetivo dessa história e a contagem dos números por isso é importante repetir sempre iniciando do UM até o respectivo número de cada bichinho.


Como platéia da cantoria do Sr. Grilo, Marta viu DUAS irmãs tartarugas, toda colorida que alegremente apreciavam a apresentação do cantor. (Coloque uma tartaruga de cada vez e mencione os números UM e DOIS).

Próximo a eles, estava aconteceu uma bagunça. Tinham TRÊS ratinhos que brincavam de esconde-esconde entre as pedras. (Coloque as pedras antes da começar a história e ao colocar os ratinhos mencione os números de UM a TRÊS).

Marta estava achando tudo aquilo muito divertido, parecia que em seu jardim estava acontecendo uma festa. De repente apareceram QUATRO lindas borboletas, que vieram voando e pousaram próximo aos ratinhos e com suas asas tentavam escapar das gotinhas da chuva. Elas eram bonitas e bem coloridas. (Mecha as borboletas delicadamente e ao pousá-las conte de UM a QUATRO).




Marta levou um susto porque de repente a graminha, que estava ao lado dos caracóis começo a se mecher, então ela viu que eram OITO minhoquinhas que estavam sainda da terra para também participar da festa. (Conte de UM a OITO na medida em que for tirando as minhoquinhas).

Que legal que estava ficando o jardim, colorido, alegre, cheio de bichinhos. Como se não houve barulho suficiente, Marta notou outro som... parecia um ti-ti-ti sem fim. Então Marta viu que no canteiro de rosas da mamãe haviam NOVE joaninhas que falavam sem parar e todas ao mesmo tempo. Como elas tinham assunto. (Conte de UM a NOVE ao colocar as joaninhas no meio das rosas).


Que festa legal o jardim estava tendo, cheia de bichinhos coloridos e alegres. Mas... de repente a chuva ficou mais forte, então Marta correu para dentro de casa.

Mas Marta agora estava contente e feliz, mesmo não podendo mais brincar no jardim. Ela então teve outra idéia, pegou o lápis e papel e resolveu escrever para sua amiga que mora em outra cidade e lhe contar que ela já sabia ler, escrever e que com seu lindo jardim descobriu que também já sabia contar de UM a DEZ. F I M.
COMO FIZ

GRILO: Usei um prendedor de madeira pintado de verde e colado ao contrário; arame para os braços; palito de dente e um conta de bijouteria para o microfone; olhos móveis e EVA para o chapéu, luvas, cachecol e botas. Para fazer o cogumelo usei meia bolinha de isopor e um copinho plástico para o tronco, ambos encapados com o EVA.

TARTARUGAS: Colei bolinha de EVA na tampa de pote descartável; meia bolinha de isopor encapada com EVA para a cabeça; EVA enrolado e lacinho para o chapéu; olhos móveis e caneta permanente para fazer a boca.


BORBOLETAS: para o corpo usei prendedores de madeira colados ao contrário; o próprio arame do prendedor para as anteninhas, EVA para as asas; olhos móveis; linha de nylon e palitos de churrasco para fazer o móbile e caneta permanente para fazer a boca.

SAPINHOS: para fazer o corpo, encapei 3/4 de bolinha de isopor com EVA; para os olhos usei contas para bijouteria e demais detalhes usei EVA, lacinhos e caneta permanente para desenha a boca.

PASSARINHOS: usei EVA para o corpo; tinta de tecido para as bolinhas das asas e olhos; linha de nylon e palito de churrasco para o móbile.



JOANINHAS: encapei com EVA meia bolinha de isopor para o corpo; use uma conta de bijouteira para a cabeça; olhos móveis, EVA para a boca, patas e bolinhas; lacinhos de tecido. Para o canteiro, forrei uma bandeja de isopor e ao redor coloquei palitos de sorvete pintando e florzinhas de tecido (as mesma que usei na floreira da janela da casinha).

FORMIGUINHAS: para cada formiguinha usei três contas de bijouteria com buraco grande para o corpo e uma no fomato bolinha para a cabeça; arame para as anteninhas e patas; folhinhas de tecido e caneta permanente para os olhos. Para o formigueiro, forrei com EVA atoalhado meia bola grande de isopor com um buraco no meio.

OBSERVAÇÃO:
Não tenho molde das peças porque fui fazendo conforme achava os materiais que servissem para cada item. Todos foram colados com cola quente. A medida para reproduzir esse projeto dependerá do tamanho que desejar ou do material que tiver disponível.
Fantoche

Material utilizado:
- rolo de papel higiênico
- retalho de papel crepom rosa
- retalho de papel amarelo, verde, azul, marrom e vermelho.
- cabelo para bonecas
- bola de isopor
- tinta pva com de pele
- lacinhos
- fita adesiva azul, vermelho e amarelo
- cola quente e em bastão
- caneta permanente preto, vermelho e azul
Modo de fazer:
- Encape os rolos com duas cores, fazendo a parte superior e inferior das roupas.
- Pinte as bolas de isopor com a tinta cor de pele.
- Cole os cabelos e desenhe os detalhes do rosto (olhos, boca e óculos) e das roupas (botões e florizinhas) com a caneta permanente.
- Faça duas tiras finas e dobre-as conforme a foto 6 abaixo.
- Para a saia, faça um franzido com um retalho de papel crepom.
- Use as fitas adesivas para fazer o acabamento na cintura dos bonecos.
Essa idéia foi baseada na sugestão da revista "Guia Prático para Professores de Educação Infantil", nº 65, página 10 da Editora Lua (www.luadasartes.com.b)


Mesmo não sendo um assunto bíblico é importante mostrar as crianças os cuidados com o meio ambiente, cujo o dia é comemorado em 5 de junho. Devemos mostrar o quanto é importante cuidar das coisas de Deus nos dá e como devemos nos comportar com o zelo das coisas não só no ambiente da igreja mas também na rua, na escola, no trabalho e em casa.
O texto abaixo também foi extraido da revista e pode ser contado para as crianças usando os bonecos ou sendo interpretado por elas através do teatro.
OS SUPER-LIMPOS E O DR. SUJÃO
Texto de Emílio Carlos
MIRIAM: Esse parque ecológico é tão gostoso...
ZECA: Gosto do ar puro e da natureza.
JÚLIO: Aqui o meio ambiente ainda está preservado.
MIRIAM: Sim, a natureza é respeitada.
ZECA: E os bichos vivem felizes!
JÚLIO: Que bom seria se todos os lugares fossem assim.
MIRIAM: Vamor olhar o lago?
ZECA e JÚLIO: Vamos!
Saem os três amigos e entra o Dr. Sujão trazendo um grande saco preto de lixo.
DR. SUJÃO: Ah, que lugra horrível! Vocês sabem quem sou eu? Eu sou o Dr. Sujão. Adoro coisas sujas. Sabem do que eu mais gosto? De destruir o meio ambiente - a água, o ar e o solo. Agora vou sujar todo o parque ecológico (diz rindo e começa a cantarolar, desafinado.)
DR. SUJÃO: Eu quero o solo sujo e poluído! (joga um pedaço de plástico preto representando óleo na água).
DR. SUJÃO: Eu quero o ar poluído... (pega uma lata de spray e espirra para o ar). Muito gás e fumaça para todos tossirem! E acabou-se o parque ecológico! (diz rindo).
O Dr. Sujão sai e as três crianças voltam.
MIRIAM: Cof, cof, o que aconteceu? (diz tossindo).
ZECA: Agora há pouco estava tudo limpo, cof, cof.
JÚLIO: Mas vejam agora , o meio ambiente está destruído.
O Dr. Sujão volta.
DR. SUJÃO: Fui eu que sujei tudo e vou sujar ainda mais! Até que os bichos morram e as pessoas fiquem doentes.
MIRIAM: Pois você vai limpar isso agora!
DR. SUJÃO: Não vou não!
ZECA: Vai, sim!
DR. SUJÃO: Não vou não!
JÚLIO: Limpa senão você vai se ver comigo.
DR. SUJÃO: Pois eu não estou nem aí pra vocês, seus limpinhos metidos (pega o spray e joga, imaginariamente, nas três crianças, que tossem mais ainda).
MIRIAM: Nós precisamos sair daqui.
ZECA e JÚLIO: Precisamos mesmo.
MIRIAM: Plano B pessoal!
Os três amigos saem.
DR. SUJÃO: Até parece que três crianças bobas podem me vencer. Eu vou é sujar mais ainda (joga mais lixo e dá risada).
As crianças voltam com capas de super-herói e máscaras. Míriam está de branco, Zeca de azul e Júlio de marrom.
MIRIAM: Parado aí, Dr. Sujão.
DR. SUJÃO: Quem são vocês?
OS TRÊS: Nós somos os super-limpos!
ZECA: E sua carreira está acabada.
DR SUJÃO: Isso é o que veremos! (pega o spray e tenta espirrar nas crianças, mas eles reagem).
Os três super-heróis fecham as mãos e apontam para o Dr. Sujão.
MIRIAM: Poder do ar!
ZECA: Pode da água!
JÚLIO: Poder do solo!
O Dr. Sujão e os garotos lutam.
DR. SUJÃO: Não, não, vocês não podem ganhar. Nãããããoooo... (cai no chão e desmaia).
OS TRÊS: Vencemos! Viva!
MIRIAM: O Dr. Sujão já era.
ZECA: É, mas olha a sujeira que ele deixou aqui.
JÚLIO: Vamos precisar de ajuda.
MIRIAM: Que nos ajuda a limpar essa sujeira e salvar a natureza? (os amigos escolhem algumas crianças da platéia e entregam sacolas para que ajudem a recolher o lixo).
MIRIAM: Agora está tudo limpo de novo.
ZECA: A água, o ar e o solo.
JÚLIO: E é assim que precisa ficar.
OS TRÊS: Tchau pessoal!
A Abelinha Chocolateira

Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.
- Mas você é uma operária! - gritava a rainha - Tem que aprender.
Na colméia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...
Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.
Anita fazia tudo direitinho. Chegava à colméia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.
- Que mel mais espesso e marrom... - gritaram suas colegas operárias.
- Iac, que nojo! - esbravejaram os zangões.
Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.
- Ela deve ser expulsa da colméia! - gritavam os zangões.
Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.
Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colméia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:
- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!
- Chocolate? Alguém disse chocolate? - indagou a rainha, que sabia que o chocolate vinha de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.
Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...
Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma idéia brilhante.
No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.
Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.
Fábula de Katia Canton - recebido por email
- papeis sulfite amarelo e branco
- giz de cera preto
- cola
- fita adesiva (durex)
- pedaço de lã marrom
Mode de fazer: Corte o contorno do corpo e das asinhas e deixe as crianças pintarem o corpo e desenharem o rostinho. Cole as asinhas no verso e prenda com a fita adesiva as anteninhas.

Como lembrancinha, ganharam o chocolate da abelinha do fabricante Mellro (http://www.mellro.com.br/), que comprei na bomboniere.
A Travessia do Mar Vermelho
Para mantê-los em pé use rolos do papel higiênico ou papel toalha, cortados numa altura que não fique mais alto que os personagens.

Essa maquete foi sugerida por uma irmã que tem os dons da criatividade e habilidade, Sandra Mac.
O Surdinho
- Sur – di – nho! Sur – di- nho! – chamavam os meninos.
E batiam nele de um lado e do outro. O menino surdinho ficava até tonto.
Os garotos às vezes caçoavam tanto dele, mas tanto, que o surdinho corria pra casa, chorando, chorando.
Um dia os meninos abusaram demais. Chegaram até a lhe dar tapas, pisar nos pés, beliscar e empurrar com tanta força que Surdinho caia no chão.
Queria ir para casa, mas não podia... Os moleques o agarravam...
Assim que conseguiu escapar, fugiu, deixando os moleques rindo e caçoando dele.
Mamãe, - vocês sabem como são as mamães – logo percebeu que alguma coisa não ai bem. Correu e abraçou o Surdinho.
- Que foi filhinho, que foi?
Ele também abraçou a mamãe e chorou muito, muito. Depois enxugou os olhinhos, ameaçou um sorriso, jogo um beijo para mamãe e saiu. Ela estava fazendo o almoço e com gestos falou que ele não se demorasse.
Mamãe ficou em casa com um aperto no coração.
Surdinho passou escondido pela rua. Quando viu um menino, entrou num jardim até que o garoto sumiu. Olhou dos lados e não viu ninguém. Começou a correr, até ficar muito cansado. Daí começou a andar devagar. Estava tão distraído que nem sabia por onde andava. Seu coraçãozinho estava muito apertado. Sabem? Ele se achava fora da cidade. Longe, não?
De repente, Surdinho viu o trilho do trem. Começou a andar nele e a se equilibrar. Pulava nos paus que seguravam os trilhos. Achou tão gostoso brincar ali, sozinho, que até começou a sorrir. E pulava, pulava e ria bastante. Era a primeira vez que isso acontecia.
Sua mãe, lá em casa ficou aflita, e cada vez mais aflita. Lembrou-se do Surdinho, da sua tristeza, e pensou: “está acontecendo alguma coisa com ele”. Saiu correndo para a rua. Viu os meninos brincando.
- Hei? Sabem do Surdinho?
- Não está em casa?
- Não, ele saiu e não voltou. Ajudem-me a procurá-lo.
Surdinho continuava correndo pelo trilho, rindo, rindo.
- PiuÍ, apitou o trem, lá longe.
Mamãe ouviu aquele apito e gritou: - O trem, o trem!
Ela correu em direção à linha do trem. Os meninos foram atrás.
- PiuÍ, apitou o trem mais forte, mais perto.
De longe mamãe viu o Surdinho pulando, pulando e o trem se aproximando.
As crianças começaram a gritar. Ficaram desesperadas. Queriam passar na frente do trem.
- Surdinho! Surdinho! Gritavam. Mas ele não ouviu nada, nem mesmo o apito do trem.
Mamãe chorando, gritou: - Filhinho!
O maquinista do trem viu o menino, tentou brecar, mas não deu tempo...
Agora o Surdinho estava feliz no céu, com Jesus. Ninguém caçoava dele e podia ouvir tudo, tudo. Ouvia a voz de Jesus, tão meiga e amiga. Voz que ele, aqui na terra já conhecia, porque era um garoto que andava no caminho de Deus. Nunca faltava na Escola Dominical. Era obediente e bom.
Surdinho estava agora na sua casa de verdade. Na casa do Pai, onde só havia alegria. Quem é de Jesus não precisa ter medo de morrer.
Alguma vez você já dormiu no carro do papai? E ele o pegou no colo, o levou com carinho para sua caminha? Quando você acordou no dia seguinte, não estava mais no carro e sim na sua caminha.
A morte é assim. Você dorme aqui na terra e Jesus, com carinho leva você para a outra casa. Quando acordar no dia seguinte, não está mais na terra e sim no céu, no lugar de delícias. Isto foi o que aconteceu com o Surdinho.
Mas os meninos, estes sim, choravam arrependidos. Haviam maltratado tanto o Surdinho, que pena ...!
Agora o jardim perdeu a graça. A rua ficou triste sem o Surdinho. As crianças não quiseram mais brincar na calçada. Mas elas nunca mais caçoaram de outro menino. Nunca mais jogaram pedra num aleijado. Nunca mais riram de um bobinho. Nunca mais bateram num surdinho. Nunca mais, nunca mais.
E vocês?
Disse Jesus: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”
Mateus 22.39
Recebido por email - autor desconhecido