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Dia das Mães

Dia das Mães
Para homenagear as mães pelo seu dia as crianças em conjunto com os jovens fizeram parte da peça abaixo, que foi adaptada pelos integrantes que fizeram a apresentação.




UM DIA SÓ NÃO BASTA


Personagens:

  • Juiz - com uma roupa preta e uma beca que pode ser feita em TNT.
  • Orador - vestido de terno/tailleur e com uma postura bem séria.
  • Advogado de defesa - vestido de terno/tailleur e com algumas folhas na mão.
  • Advogado de acusação - vestido de terno/tailleur e com algumas folhas na mão.
  • 1ª testemunha - uma patricinha vestida toda cor de rosa.
  • 2ª testemunha - um(a) caipirinha.
  • Testemunha surpresa - são duas ou mais mães que estão presentes no momento da apresentação da peça.
  • Jurados - as crianças que farão as apresentações.

Cenário:

  • Mesa e cadeiras para o juiz e o orador
  • Martelo de plástico ou algo que faça lembra esse objeto.
  • Mesa e cadeira para os advogados, de preferência uma de cada lado do cenário e virada para o juiz.
  • Cadeira para as testemunhas
  • Espaço reservado com cadeiras para os jurados - cadeiras na quantidade suficiente para todos.

Ordem de entrada: orador, os advogados, jurados (crianças). Depois que todos estiverem sentados, entrar o juiz e todos se levantam em respeito à autoridade. Quando o juiz senta, os outros também sentam.




Juiz - (bate com o martelo sobre a mesa iniciando a sessão) Está aberta a sessão. Com a palavra o Senhor Orador Oficial deste Tribunal.

Orador - Exmos. Srs. Juiz, Defesa, Acusação, Corpo de Jurados e demais assistentes. Nesta data coloca-se em julgamento alegórico a homenagem que se presta às mães, uma só vez por ano. (senta-se)

Juiz - (com seriedade) Antes do pronunciamento da defesa e da acusação é preciso que todos tomem conhecimenmto do sentido de ser mãe, o seu valor de progenitora, as renúncias em favor dos filhos, do esposo, da formação e continuidade da família.


(Neste momento serão apresentados números de poesias, jograis, cânticos, etc... que falem sobre as mães e seu papel na família...) As crianças da igreja leram o texto "FLORES PARA MAMÃE".


Juiz - Com a palavra a Acusação.

Acusação - Srs. Jurados, estamos aqui para o julgamento do fato de termos dedicado às Mães, um só dia. Um dia, que na atualidade, como todas as outras festas naturais do homem, volta-se muito mais para o aspecto comercial. O presente, a lembrança, devem estar em segundo plano. O importante está na valorização e reconhecimento daquela que não mediu esforços para criar seus filhos, colaborando com a natureza e a obra divina.

Defesa - Protesto, meritíssimo!

Juiz- Protesto negado. Prossiga a Acusação.

Acusação - Um dia só não basta para demonstrarmos com toda a emoção do nosso ser, o quanto somos gratos por estarmos neste mundo, que apesar de tantas injustiças e maldades, nele passamos nossa existêncisa. (senta-se.)

Juiz - Com a palavra a Defesa.

Defesa- (levanta-se) Srs Jurados, venho aqui para defender a instituição da Homenagem do "Dia das Mães". Sejam elas vivas ou mortas. Há todo um histórico que deve ser lembrado quanto a instituição deste dia. O presente, meus senhores, é secundário. O essencial é que as mães não sejam esquecidas. E hoje, que vivemos em meio a tantas adversidades, em que o homem se sente cada vez mais distante de seus familiares, preocupado com os compromissos, é certo que, se deixarmos a seu critério homenagear a sua mãe durante todo o ano, ela será esquecida.

Acusação - Protesto, meritíssimo!

Juiz - Protesto negado. Prossiga a Defesa.

Defesa - Não que a mãe seja esquecida pelos filhos, mas faltará aquela homenagem especial aquele sabor de ter nos 365 dias do ano, um dia só seu. (senta-se)

Juiz- Que entre a 1ª Testemunha (a 1ª testemunha entra carregando um enorme pacote de presente e senta). A Acusação pode interrogá-la.

Acusação - (juramento) Levante sua mão direita e diga, você promete dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade?

1ª Testemunha - Sim.

Acusação - O que traz neste pacote?

1ª Testemunha - Um presente para minha mãe. Hoje é o "Dia das Mães" e nós devemos presenteá-las.

Acusação - Você faz isso todos os anos?

1ª Testemunha - Todos os anos. Sempre dou uma lembrancinha assim para minha mãe, que merece muito mais.

Acusação - Você lembra do "Dia das Mães", todos os anos?

1ª Testemunha - Lembrar eu não lembro. Vejo as propagandas pelas ruas e na televisão. As vitrinas colocam fotos de mães com filhos, corações coloridos, então eu sei que o "Dia das Mães" está chegando. Depois meu pai me dá dinheiro, e eu e meus irmãos vemos o que ela mais precisa e lhe damos de presente.

Acusação - Não acha que as mães precisam mais de afeto e compreensão que presentes?

1ª Testemunha - Afeto e compreensão eu dou o ano todo, mas o presente é símbolo da dedicação que eu e meus irmãos temos por ela.

Acusação - Nada mais a perguntar.

Juiz - A Testemunha está dispensada. Que entre a 2ª Testemunha (a Testemunha entra com algumas flores na mão). A Defesa pode interrogá-la.

Acusação - (juramento) Levante sua mão direita e diga, você promete dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade?

2ª Testemunha - Prumeto.

Defesa - Você não traz presente para a sua mãe?

2ª Testemunha - Presente? Em casa nóis não costuma dar presentes, não moço. Plantamo frores nu jardim e colhemos nesta época, pra dá pra mamãe.

Defesa - Deve ser trabalhoso.

2ª Testemunha - Por tudo que mamãe fez e faz por nóis, até que representa muito pouco! Trabalho? Fazemo com amor, regando todo dia, tomando cuidado pros insetos num comêr as pétalas, adubando pra que as flores sejam muito bunitas.

Defesa - Não seria mais fácil comprá-las?

2ª Testemunha - Não tiro o mérito dos outros não moço, sei que outras pessoas preferem compra... mas, nóis num tem dinheiro pra isso.

Defesa - E vocês entregam as flores somente neste dia?

2ª Testemunha - Não... Se elas desabrochá antes, colhemo e damus pra mamãe, ela sempre merece ganhar frores... Em nosso jardim sempre tem frores e nóis lembramo sempre da mamãe!

Defesa - Nada mais a perguntar.

Juiz - A Testemunha está dispensada. (antes de sair, a 2ª Testemunha oferece uma flor aos participantes da peça, depois se retira)

Juiz - A Acusação tem mais alguma testemunha?

Acusação - Sim meritíssimo, eu convoco a mamãe ... (fala o nome da mãe escolhida e pede para que ela se sente na cadeira das testemunhas) e pede para fazer o juramento.

Testemunha surpresa - (a Acusação convoca um mãe da platéia e lhe faz um ou duas perguntas que induza a resposta da mãe e dizer que todos os dias e dia das mães e que não é só um dia.)

Acusação - Nada mais a perguntar.

Juiz - (agradece a mamãe) A Testemunha está dispensada. A Defesa tem mais alguma testemunha?

Defesa - Sim meritíssimo, eu convoco a mamãe ... (fala o nome da mãe escolhida).

Testemunha surpresa - (a Defesa convoca outra mãe da platéia e lhe faz um ou duas perguntas que induza a respota de que o "Dia das Mães" é importante) e pede para fazer o juramento.

Defesa - Nada mais a perguntar.

Juiz - (agradece a mamãe) A testemunha está dispensada. Ouçamos as palavras finais da Acusação.

Acusação - (fica em pé) Srs. Jurados, peço-lhes que condenem a comercialização deste dia. Fique apenas a imagem pura da mãe, da mãe que está em todas as horas, ao lado dos filhos; da mãe que se preciso for, deixa sua terra para protegê-los; preocupa-se com suas demoras e ausências e, nos momentos difíceis, sofre com eles, não os abandona; e nas horas alegres, se rejubila com a realização do homem. Um só dia não basta, meus senhores. (senta-se)

Juiz - Com a palavra a Defesa.

Defesa - (fica em pé) Srs jurados, é preciso que um dia instituído continue e as homenagens às mães sejam concentradas neste dia. É tudo isso que o caro colega lhes disse. Mas não nos esqueçamos que, se tirarem este dia, muitos serão injustos para com suas mães e isso não pode acontecer. Uma pequena lembrança torna a mãe mais feliz, recompensa seus esforços. Cabe a vocês esta decisão. Sejam generosos nas homenagens às suas mães. (senta-se)

Juiz - O Corpo de Jurados deve sair para dar o veredicto final.


(Retira-se o corpo de Jurados. Na frente vai o juiz e os outros o seguem. Pode-se aproveitar este tempo para outros números de cânticos, poesias etc... Depois todos retornam.) As crianças, que os jurados, sairam pela porta lateral, entraram pela porta da frente e cantaram as músicas "Orquestra da minha emoção" - Mig e Meg e "Mãe" - Voices.

Juiz - O representante do Corpo de Jurados pode dar a sentença final.

Jurado - Tratando-se se uma criatura tão meiga, de valor incomparável como é a mãe, o Corpo de Jurados foi unânime em afirmar que nunca faltem às mães homenagens, em um dia especial, o "Dia das Mães" e em todos os dias do ano, porque um dia só não basta! Não importa a forma e a maneira de homenageá-las, com muitos ou poucos presentes, o importante é que todos saibam que valorizamos as mães e as amamos muito, muito!

Juiz - Diante desta sentença, todos nós ganhamos a causa: somos filhos felizes e abençoados por nossas mães. Com a palavra o Sr. Orador.

Orador - Senhoras mães presentes, peço que fiquem de pé. Recebam com muito carinho a nossa pequena homenagem. (todos os participantes da peça distribuem flores às mães). Saudemos todas as mães com uma calorosa salva de palmas (depois das palmas) Está encerrada a sessão.


Todos se posicionam lado a lado e falam - "De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada (...); se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino.” Rom. 12:6a e 7



O Verdadeiro Valor da Páscoa

O VERDADEIRO VALOR DA PÁSCOA


Vovó
– Oi Pessoal! Tudo bem? Não ouvi, tudo bem? Sabe estou procurando os meu netinhos, vocês viram eles por aí? Não? Vou ter que chamá-los então: Suzanaaa, Joãozinho! Venham cá! Tenho uma surpresa pra vocês!

Suzana – Oi vovó!

Joãozinho – Tô indo, tô indo...

Suzana – A senhora chamou?

Vovó – Vocês sabem que dia é hoje?

Suzana – Ah vovó, eu sei, eu sei...

Joãozinho – Sabe nada, deixa a vovó contar...

Suzana – Ah João sei sim tá!

Vovó – Crianças, não briguem pois isso não agrada a Deus! Hoje é um dia muito especial. Hoje é Páscoa!

Crianças – Oba, oba, que legal. Cadê os ovos, meu chocolate eu quero, eu quero...

Vovó – Aqui está! Mas não vão comer tudo de uma vez, tá?


Vovó sai de cena.


Suzana – Joãozinho, vamos comer um pedacinho?

Joãozinho – É vamos sim। Hummm, tá uma delícia.


Gabi chega.


Gabi – Oi amigos, o que vocês tem aí?

Os dois – Nada não...

Gabi – Ah, pode me mostrar, eu quero saber.

Suzana – Não é nada demais, vamos brincar?

Gabi – Vamos, do quê?

Joãozinho – Já sei, de bola.

Gabi – Ah não, que essa brincadeira é de menino.

Suzana – Então de pular corda.

Gabi – Ta bom.

Joãozinho – Então a Suzana vai comigo buscar a corda lá em casa e você espera aqui Gabi, a gente já volta pra brincar.

Gabi – Tá bom eu fico aqui. Esperando...


Esperar alguns segundo e Gabi volta a falar.



Gabi – Ah, eles estão demorando tanto! Aiii Aiiii Eeeeiii, mas o que é isto? Ahaaaa quanto chocolate, é de páscoa, então era isso que eles não queriam me mostrar. Humm mas eu amo chocolate. Ai ai ai tá me dando uma vontade de comer... Não mas eu não posso, não, é dos meus amigos. Ah mas deve ser tão gostoso. Se eu der só uma lambidinha, eles nem vão notar né? Slep. Hummm mas é gostoso mesmo. Poxa porque eles não vem logo pra me dar um pedacinho.

Gabi olha para o público e continua falando:



Gabi - Vocês estão pensando que eu vou comer um pedaço, né? Mas eu não vou, não,é dos meus amigos, eu não posso, eu não vou não... Ah eu queria só um pedacinho, será que eles vão sentir falta? Mas não tem ninguém me vendo, vou pegar um pedacinho só. NhammmHummm, mas é muito bom mesmo... Ai ai ai eles não vem logo e já tô com vontade de comer outro pedaço. É eu vou comer mesmo, ninguém vai saber que fui eu. Nhammm Aaaaiii minha barriga, tô enjoada...


Gabi sai de cena



Suzana – João cadê a Gabi, você não falou pra ela esperar aqui?

Joãozinho – Eu falei, mas ela foi embora! Ué? Eeeeiii mas pêra aí? E o nosso chocolate? Cadê?

Suzana – Ah, não João, sumiu tudo. Vamos chamar a Gabi, quem sabe ela viu quem foi que pegou.

Os dois – Gabi, vem cá. Cadê você vem aqui...

Gabi – Eu não vou não.

Os dois – Ué como não? Como assim?

Suzana – Você ouviu João, ela disse que não vem.

João – Vamos chamar de novo.

Os dois – Gabi, vem cá só um pouquinho...

Gabi – Eu não vou não.

João – Suzana, acho melhor você ir ver o que aconteceu com ela.

Suzana – Eu vou, já volto. Xiii, Joãozinho você não sabe o que aconteceu...

João – Me conta...

Suzana – Ela ta passando muito mal, foi ela quem comeu todo o nosso chocolate.

João – Foi? Não acredito!

Gabi – Aiii, que alivio!

Suzana – Você não deixou nada pra nós, sua gulosa!

João – É mesmo, podia ter pedido pelo menos, que coisa feia!

Vovó – Ei, crianças o que está acontecendo aqui?

Suzana – Vovó, a Gabi comeu todo o nosso chocolate sozinha.

João – É mesmo e nem pediu.

Vovó – Meus queridos, o chocolate não é tão importante assim!

João – Como não?

Suzana – Porque não vovó?

Vovó – Vocês se lembram que dia é hoje?

Todos – É páscoa, é páscoa.

Vovó – Pois é, mas vocês nem deixaram eu falar o verdadeiro valor da páscoa, de tão empolgados que ficaram com o chocolate!

Suzana – Valor? Mais que valor?

Vovó – A Páscoa não é só troca de ovos de chocolate, ela tem um valor muito importante. Pois a páscoa nos lembra de alguém muito especial!

Todos – Quem vovó?

Vovó – Jesus.

João – Eu já conheço Jesus!

Vovó – Então, o dia da páscoa é o dia em que comemoramos a ressurreição de Jesus, ele morreu e ressuscitou no terceiro dia para perdoar os nossos pecados!

Suzana – É mesmo vovó?

Vovó – Sim crianças.

Gabi – Tô com vergonha, eu comi todo o chocolate dos meus amigos...

Vovó – Não fique assim, você pode pedir perdão agora mesmo aos seus amigos e a Jesus, e Ele vai limpar o seu coração, você quer?

Gabi – Eu quero! Você me perdoa João?

João – Tá bom, eu perdôo.

Gabi – E você Suzana me perdoa?

Suzana – Claro que sim Gabi.

Vovó – Então vamos orar.

Gabi – Senhor, agora eu sei que foi errado comer o chocolate dos meus amigos sem pedir, me perdoe e limpe o meu coração, em nome de Jesus, amém... Que bom, já me sinto tão bem...

Vovó – Então o nosso maior presente na Páscoa não são os chocolates, mas o amor de Deus por nós não é mesmo?

Todos – É mesmo vovó, é sim! Então vamos cantar?


"Eu pequei e merecia morrer eu sei

Mas Jesus no meu lugar já morreu na cruz

Morrendo ali Jesus levou meu pecado

No meu lugar foi ele ali castigado

Creio sim que meu Jesus já morreu por mim

Salvo estou e andando vou com Jesus na luz..."


(música da APEC)



E vocês crianças sempre tenham em seu coração um lugar todo especial pra Jesus, porque Ele ama muitooo vocês..




Autor desconhecido - extraido de http://escoladominical.net/.

Páscoa Sem Coelho

PÁSCOA SEM COELHO




Este é um texto fácil para apresentar as crianças qual é a verdade sobre a Páscoa.

CENÁRIO: Faça um ambiente que lembre um jardim

PERSONANGENS: uma menina (Beth) e mais uma criança ou adulto para ser o coelho

Considere as falas de cada personagem conforme a cor do texto:

BETH = vermelho

COELHO = azul


O coelho entra em cena cantando a música:


"De olhos vermelhos, de pelo branquinho
de pulo bem leve, eu sou o coelhinho
sou muito assustado, porém sou guloso
por uma cenoura ... já fico manhoso!




Eu pulo pra frente, eu pulo pra trás,
dou mil cambalhotas, sou forte de demais,
comi uma cenoura, com casca e tudo,
tão grande ele era ... fiquei barrigudo!"


- Olá coelhinho, por que você está tão contente?

- Porque hoje é o meu dia.

- Parabéns, não sabia que hoje é o seu aniversário!

- Quem foi que lhe disse que hoje é o meu aniversário?

- Você mesmo acabou de me dizer, que hoje é o seu dia.

- Mas eu não disse que é meu aniversário. Nem sei quando foi que eu nasci!

- Então como é que está tão contente, dizendo que hoje é o seu dia?

- Como você é bobinha! Então não sabe, que hoje é o dia da Páscoa?

- Claro que sei que hoje é o dia da Páscoa. Mas não é o seu dia!

- É sim, e todo mundo sabe disso, até as criancinhas, só você é que não sabe.

- Eu tenho muita pena dessas pessoas e de você também.

- Por quê?

- Porque estão sendo enganadas!

- Enganado? Eu? Não admito que ninguém me engane.

- Admitindo ou não, você e muita gente estão sendo enganada com respeito à Páscoa.

- Agora você vai me explicar essa história, e porque eu estou sendo enganado.

- Bem, eu não sei quem começou com toda essa história de que Páscoa, as pessoas tinham que trocar presentes, ganhar ovos de chocolate, e que o coelho é a figura mais importante da Páscoa.

- Eu também não sei, seja lá como foi, teve muito bom gosto. De todos os animais, eu sou o mais esperto, mais bonito e mais charmoso!

- Não seja tão convencido, coelhinho! Eu concordo que você é muito bonitinho, mas nem por isso as pessoas têm o direito de trocar você pela pessoa que realmente é importante na Páscoa!

- Quem é essa pessoa? Nunca ouvi falar dela!

- É claro que não ouviu! Satanás não quer que as pessoas saibam o verdadeiro significado da Páscoa!

- E quem é este Satanaldo?

- Não é Satanaldo, o nome dele é Satanás, o grande inimigo de DEUS. Ele fica contente quando as pessoas acreditam em mentiras.

- Por quê?

- Porque ele, Satanás, é o pai da mentira.

- Olha aqui, Beth, você está me enrolando e até agora não me contou à história que você diz ser verdadeira. Eu já tô curioso!

- Está bem, vou lhe contar: Há muito tempo atrás, Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo. Ele nasceu em Belém e o seu berço foi um manjedoura.

- Manjedoura? O que é isso?

- Manjedoura é uma caixa de madeira, onde se coloca capim para os animais comerem.

- E porque Ele dormiu nesse lugar tão feio!

- Porque nos hotéis não havia lugar para eles dormirem, então eles tiveram que dormir numa estrebaria, que era a casa dos animais.

- Puxa! Você tem certeza que isso é verdade?

(FALAR ALTO
- É claro que tenho. Isto está escrito na Bíblia, e a Bíblia é a Palavra de Deus, e Deus não mente!

- Tá bem, mas não precisa gritar, eu só tava perguntando. Continue.

- Bem, este nenê, Jesus Cristo, cresceu, tronou-se homem e um dia Ele morreu na cruz...

(INTERROMPER) 
- Morreu na cruz? O que foi que Ele fez?

- Ele não fez nada de mal, Ele veio ao mundo para salvar as pessoas do inferno. Porque o salário do pecado é a morte. E todos pecaram e separados estão da Glória de Deus.

- Então porque ele teve que morrer?

- Para que se cumprisse o plano de Deus. Porque se o salário do pecado é a morte, nós teríamos de morrer, isto é, irmos para o inferno, pois todos nós somos pecadores. Mas, Jesus Cristo, o Filho de Deus, que não tinha pecado, tomou o nosso lugar e morreu na cruz para pagar os nossos pecados, pra que pudéssemos ir par o céu.

- Puxa! Eu nunca ouvi falar de Jesus.

- Você não é o único! Satanás não quer que as pessoas conheçam a verdade sobre Jesus Cristo.

- Por quê?

- Porque se elas souberem que Jesus morreu em seu lugar, para que elas fossem salvas do inferno e elas aceitarem a Jesus como Salvador, quando morrem elas vão morar com Jesus no céu.

- Mas você não disse que Jesus morreu? Como é que Ele está no céu?

- Oh! Desculpe-me, eu esqueci de dizer que Jesus morreu, mas ao terceiro dia Ele ressuscitou  quer dizer, vive novamente e foi para o céu preparar um lugar para as pessoas que o aceitarem como Salvador. Sabe coelhinho, quando eu morrer, vou morar com Jesus no céu.

- Eu também posso ir?

- Claro que não! Os animais não tem alma, eles não vão, nem para o céu e nem para o inferno.

- Mas, o que é que tudo isso tem a ver comigo e a Páscoa?

- Contei toda essa história, para que você saiba que na Páscoa comemoramos a morte e ressurreição de Jesus Cristo. E faremos isto até que Ele venha nos buscar.

- Ele vai voltar?

- Sim, Ele voltará para buscar os seus, aqueles que o aceitarem como Salvador. Agora você já sabe quem é a pessoa mais importante na Páscoa, não é?

- Sim, agora eu sei e estou envergonhado de ter tomado o lugar Dele na Páscoa. Ele deve estar zangado comigo.

- Com você, não! Ele fica triste é com as pessoas que se esquecem Dele e só dão importância a presentes, ovos de chocolate e a coelhinhos, esquecendo-se do verdadeiro significado da Páscoa.

- Sabe Beth, eu tive uma ideia  Vou sair por aí e vou contar pra todo mundo a verdadeira história da Páscoa. Vou contar que presentes, ovos e coelhos, nada têm a ver com a Páscoa. Que isso é mentira de Satanás, para enganar as pessoas e até as criancinhas.

- A sua ideia é ótima, mas, ninguém vai acreditar em você, porque coelhos não falam e você é apenas um coelho de fantoche (ou pessoa fantasiada)!

- É mesmo! Eu não havia pensado nisto, mas eu tenho outra ideia! Todas essas crianças que estão ouvido a nossa conversa, podem contar para os seus pais, irmãos, professores e amiguinhos, a verdadeira história da Páscoa.

- Agora você acertou! É isto mesmo que Jesus quer que façamos. Pois Ele diz em sua Palavra "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Agora eu tenho que ir embora, já está tarde. Tchau coelhinho...

- Tchau Beth, obrigado por me contar a verdadeira história da Páscoa.




autor desconhecido - texto recebido por email










Este texto pode ser apresentado em sala para as crianças, utilizando-se o recurso com fantoches de mão, de palito, dedoche ou gravuras.

Seguem alguns modelos de fantoches e dedoches que podem ser confeccionados em EVA, feltro ou retalhos de tecido.










autor e fonte desconhecidos, modelos recebido por email.



Outra forma de apresentar, até mesmo para toda a igreja, é fazendo a encenação com a participação de dois adolescentes.


Seguem dois modelo de fantasias que podem ser confeccionadas em feltro, tecido de algodão ou TNT. Na foto os detalhes estão em cor de rosa, porém para ficar mais característico com o personagem da história, faça os detalhes em azul.
Fonte: Revista Educação Infantil - O Guia da Professora
nº 2 - pág. 9 - Editora
Ediba

O Amor e os Monstros

O AMOR E OS MONSTROS



- Papai...!

- O que foi, filha?

- Estou com medo...

- Medo de quê?

- De monstros!

- Monstros?

- É... Eles estão aqui!

- Filhinha... Deixa eu te dizer uma coisa: onde existe amor não há lugar para monstros. Os monstros têm medo do amor. O amor é maior que os monstros. O amor é maior que tudo. E você é muito amada, minha flor.

- Quer dizer que onde não tem amor os monstros vêm?

- É, querida, você disse uma grande verdade... Onde não há amor nossos monstros, nossas feras, nossos demônios aparecem, entram e fazem moradas.

A essa altura do meu discurso metafísico sobre as implicações do conflito apocalíptico entre os monstros que habitam a imaginação fértil de minha filha recém-adotada e o amor, meus olhos, encarando-a com toda a ternura do mundo, se encheram de lágrimas, enquanto os seus, verdes e claros como o mar de Natal, sorriram pra mim, ante a constatação de que o amor estava presente ali entre nós, que os monstros haviam se dissipado como fumaça, e que era hora de dormir na mais profunda paz de criança.

Nosso breve tratado filosófico-teológico se encerrou num abraço apertado (de ambos), molhado por minhas lágrimas e cheio desse mesmo amor de que falamos.

"Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus..." (Rm 8.38-39)•



texto recebido por email
autor Jorge Camargo, mestre em ciências da religião, é intérprete
compositor, músico, poeta e tradutor.
www.jorgecamargo.com.br


Algumas sugestões para utilização deste texto:


DATA COMEMORATIVA
: Dia dos Pais - Este texto é uma bonita situação entre pai e filha, é curto, e fácil de ser decorado e não requer muitos recursos para ser apresentado em forma de teatro, bastam ter apenas dois personagens: uma menina e um adulto.

MENSAGEM
: É uma bonita mensagem para o dia dos Pais e pode ser publicada no boletim da igreja ou em um cartaz com várias fotos, ao redor, de pais com seus filhos (se possível dos próprios membros) e colocado junto a porta de entrada.

LIÇÃO
: Um texto de fácil entendimento para mostrar as crianças que quem tem Deus no coração não precisa ter medo de coisas que não existem e como complemento fazer uma atividade manual como um coração de origami.